Não vou ser otimista, nem pessimista, mas o mundo está saturado de humanos, nosso consumo em pouco tempo irá ultrapassar o dito aturável, o que me faz pensar que em poucos duzentos anos não restará mais o progresso. Como muitos filósofos já devem ter falado: seres intelectualizados normalmente são extremamente burros em relação às coisas simples, ou seja, formigas lidam muito melhor com o meio ambiente que um humano.
Sou feliz de saber que não precisarei esperar o Sol engolir a Terra para ver o fim da nossa raça, talvez eu ainda esteja lá no dito apocalipse. Mas por enquanto, ainda seguindo a linha do pensamento individualista e “anti-descendente “, nós, jovens dos anos 10 podemos nos julgar a última geração a ver o mundo feliz. Então por que obedecer as regras banais? Será que no fundo nós ainda somos como nossos pais?
Temos e devemos viver intensamente, ora para honrar o fim da nossa raça, ora pela nossa própria felicidade ou apenas por que é legal ir contra as regras convictas do mundo. Podemos deixar a frescura de lado, deixar a mentira num potinho de margarina lá dentro de casa, parada. Podemos admitir os erros, podemos errar mais. Podemos amar muito mais. Podemos deixar o ego de lado, esquecer esse papo de eternidade, sair das igrejas e ajudar outras pessoas a viverem essa mesma intensidade. E claro: podemos falar o que pensamos e se acabar em guerra temos certeza que vai dar em empate (os dois perdem). Os mais exaltados podem querer se rebelar contra o regime opressor: é de direito.
Carpe diem!!!
