Que faça doer o peito
Daquele leitor suspeito
Que passeia por Ipanema.
Que faça todo pseudo-intelectual
Conhecer seu lado animal
Abandonar os contos de fada
E entrar de vez na jogada.
Porque o mal do "pseudismo"
É que acham que estão no paraíso
Quando na verdade não estão.
O meu paraíso eu escrevo,
Meu inferno eu mesmo crio.
Se não acreditasse no que vejo,
Qual seria meu destino?
Por isso quero escrever algo
Que toque a alma de alguém
E faça com que todos que mal julgo
Possam me entender também.
Seja lá o que for
Pretendo enxergar com amor
E assinar qualquer que seja a letra,
Pois sou poeta que escreve com a esquerda
Meu inferno eu mesmo crio.
Se não acreditasse no que vejo,
Qual seria meu destino?
Por isso quero escrever algo
Que toque a alma de alguém
E faça com que todos que mal julgo
Possam me entender também.
Seja lá o que for
Pretendo enxergar com amor
E assinar qualquer que seja a letra,
Pois sou poeta que escreve com a esquerda
E anda tonteando por aí,
Até um dia, realmente cair.
Até um dia, realmente cair.
Nenhum comentário:
Postar um comentário