Em um lugar qualquer no infinito do universo existe mais uma sociedade, mais uma dentre as infinitas formas de vida do infinito e essa por probabilidade é bem semelhante as formas humanas no quesito evolução e adaptação. Milênios atrás eles acreditavam que todo o mundo tinha surgido quando dois ônibus se chocaram em uma rodovia hiperestalar, mas hoje eles tem uma cultura muito mais complexa e portanto muito mais errada e incoerente com a verdade.
Esses povos acreditam em uma forma de vida conhecida como deus, esse tal deus seria o criador do universo e também o homem com qual encontram as soluções para tudo que eles não sabem explicar: quando estavam formulando a equação de E = MC² eles esbarraram com o problema da relatividade e do universo dinâmico, como não conseguiam explicar a razão de estarmos nos distanciando do centro ele simplesmente falaram que deus se opunha a gravidade e empurrava todos os corpos celestes para longe do centro.
A teoria mais interessante sobre eles tem relação à morte, dizem eles que todos os indivíduos possuem corpos físicos e corpos abstrativos, os corpos abstrativos estão todos trancados em universos, sendo que cada corpo se liga a apenas um universo e cada universo a apenas um corpo – semelhante a função bijetora. Em cada universo os corpos abstrativos são imortais, mas quando se juntam ao corpo no mundo físico eles admitem a morte, mas apenas dos outros indivíduos, sendo assim temos que cada conjunto corpo físico mais corpo abstrativo é imortal em relação ao próprio indivíduo, mas colocado no conjunto ele vê todos morrerem exceto a si mesmo. Isso implica para eles que quando alguém morre na verdade para si ele continua vivo mas aparece morto para todos os outros, nesse sistema todos são eternos, mas todos estão convencionados a uma eternidade só. Muitos outros especulam que na verdade todos os corpos físicos morrem, mas é continua a ilusão gerada pelo corpo abstrativo. Como a idéia é estranha e complexa vejamos o exemplo do senhor Kilper:
Kilper nasceu, teve uma vida relativamente normal e morreu. Ao morrer em relação ao mundo físico ele passou por um velório, teve cerimônias religiosas e pessoas chorando no seu enterro, já no mundo do corpo abstrativo de Kilper ele nunca morreu e a vida continuou naturalmente depois do dia que ele aparentemente morreu, mas Kilper viu seus filhos morrerem, sua esposa, viu novos regimes políticos, grandes impérios e muita evolução, vivendo até o fim do universo sem poder morrer.
Por mais que você entenda essa teoria como algo impossível e ridículo aceite o fato de que é possível fazer com que toda a humanidade acredite nela, ou pelo menos as pessoas médias. A capacidade de se adaptar nos seres humanos é incrivelmente grande e estranhamente significativa. Essa teoria é de teor individualista ao mesmo tempo em que ela também é capaz de acabar com os sofrimentos dos familiares; sendo perfeita para os dias atuais e para o dinamismo social atual.
Nenhum comentário:
Postar um comentário