Inteligência, conhecimento e sabedoria são palavras distintas, embora conectadas, que muitas vezes são consideradas sinônimas. Vamos para um tempo distante, alguns milhares de anos atras, no cenário da Grécia filosófica, da Roma conquistadora e da biblioteca de Alexandria. Os melhores exemplos pautáveis de personalidades da época seriam: Sócrates, Alexandre, o grande e considerando também os papiros egípcios.
Os papiros guardam conhecimentos, cultura, fórmulas resolvidas, coisas que podem ser interpretadas ou decoradas, são como uma biblioteca de dados, um banco de conhecimentos, de livros dispostos em prateleiras para serem usados. Isso é conhecimento.
Alexandre, o grande foi o maior estrategista de guerras já conhecidos, ele não encontrou as fórmulas em livros, ele pensou, deduziu, analisou e criou seus meios. Assim como os gênios que a raça humana já conheceu, como Freud, Einstein ou Nietsche Alexandre tinha Inteligência, a capacidade de resolver problemas, criando suas próprias soluções.
Quando um ser nasce com uma inteligência naturalmente superior, adquire conhecimento e tem o bom senso de analisar com os olhos da crítica seus pensamentos, este homem será um sábio, por persistir na loucura lúcida e por sempre pensar em como melhorar a si e ao mundo. Homens com essa característica mais evidente se tornam conhecedores de si mesmos e do mundo, muitos filósofos estão nessa categoria, assim como o exemplo de Sócrates.
É possível conhecer tudo e não ser capaz de resolver um problema além dos livros, é possível resolver o problema sem saber o que os livros dizem e é possível saber se o problema deve ser resolvido.
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